"Podíamos pagar a dívida pública comprando o PSD pelo que ele vale e vendendo-o pelo preço que ele julga que vale."
Miguel Sousa Tavares
in semanário Expresso
edição 31 de Maio 2008
Mostrar mensagens com a etiqueta política. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta política. Mostrar todas as mensagens
domingo, junho 01, 2008
mas o que é isto sr. dr.? é política zé
há momentos que ilustram bem o que representa a política e o ser político neste belo país à beira-mar plantado...
um aspecto que gostaria de salvaguardar é que não está em causa a obra do luís filipe menezes em Gaia, pelo menos nas freguesias mais litorais... o trabalho feito nas mais interiores confesso que não conheço, nem sei sequer se existe, mas no litoral o homem tem obra feita, lá isso tem.
no entanto, é no mínimo e na minha opinião triste observar o papel, também ele triste, a que se dá o menezes. aparentemente há seis meses atrás Gaia deixou de ser tão importante assim, pura e simplesmente já não era suficiente para alimentar o... o... ego? a sede de poder? enfim, era necessário algo maior, com mais projecção, com mais visibilidade, com mais ribalta - a liderança do psd. eis que seis meses depois o menezes, depois de ter concluído que afinal a liderança do psd não é para ele, volta a Gaia, que curiosamente volta a ser suficiente...
"Já assumi que sou candidato. Confesso que, uma vez que agora sou livre, terei algum prazer pessoal em colocar o selo nesta parte final do trabalho que iniciei em Gaia. Não vou deixar a noiva agora que ela está a pôr as grinaldas" (luís filipe menezes)
aparentemente Gaia voltou a ser A noiva, sim porque A OUTRA noiva afinal não servia... aparentemente Gaia afinal é o que ele sempre quis... aparentemente Gaia é outra vez importante...
sempre que leio estas coisas sinto-me insultado, sinto-me ridicularizado na minha condição de zé (povinho)... não me canso de repetir, será que estes indivíduos pensam mesmo que o zé é pura e simplesmente burrinho? será que estes indivíduos pensam mesmo que o zé não compreende?
isto é apenas um exemplo do que se passa no nosso contexto político... falta carácter, falta rigor, falta personalidade, falta palavra, falta honra... pura e simplesmente FALTA! há dias o nosso presidente dizia que não compreende porque é que Portugueses, em epecial os jovens, se estão a afastar da política... a resposta é simples... porque ela FALTA e está EM FALTA.
ps: que sirva de exemplo para Rui Rio este caso menezes... goste-se ou não até agora tem sido fiel à sua noiva e tem, na minha opinião, feito um grande trabalho.
um aspecto que gostaria de salvaguardar é que não está em causa a obra do luís filipe menezes em Gaia, pelo menos nas freguesias mais litorais... o trabalho feito nas mais interiores confesso que não conheço, nem sei sequer se existe, mas no litoral o homem tem obra feita, lá isso tem.
no entanto, é no mínimo e na minha opinião triste observar o papel, também ele triste, a que se dá o menezes. aparentemente há seis meses atrás Gaia deixou de ser tão importante assim, pura e simplesmente já não era suficiente para alimentar o... o... ego? a sede de poder? enfim, era necessário algo maior, com mais projecção, com mais visibilidade, com mais ribalta - a liderança do psd. eis que seis meses depois o menezes, depois de ter concluído que afinal a liderança do psd não é para ele, volta a Gaia, que curiosamente volta a ser suficiente...
"Já assumi que sou candidato. Confesso que, uma vez que agora sou livre, terei algum prazer pessoal em colocar o selo nesta parte final do trabalho que iniciei em Gaia. Não vou deixar a noiva agora que ela está a pôr as grinaldas" (luís filipe menezes)
aparentemente Gaia voltou a ser A noiva, sim porque A OUTRA noiva afinal não servia... aparentemente Gaia afinal é o que ele sempre quis... aparentemente Gaia é outra vez importante...
sempre que leio estas coisas sinto-me insultado, sinto-me ridicularizado na minha condição de zé (povinho)... não me canso de repetir, será que estes indivíduos pensam mesmo que o zé é pura e simplesmente burrinho? será que estes indivíduos pensam mesmo que o zé não compreende?
isto é apenas um exemplo do que se passa no nosso contexto político... falta carácter, falta rigor, falta personalidade, falta palavra, falta honra... pura e simplesmente FALTA! há dias o nosso presidente dizia que não compreende porque é que Portugueses, em epecial os jovens, se estão a afastar da política... a resposta é simples... porque ela FALTA e está EM FALTA.
ps: que sirva de exemplo para Rui Rio este caso menezes... goste-se ou não até agora tem sido fiel à sua noiva e tem, na minha opinião, feito um grande trabalho.
quarta-feira, maio 21, 2008
política - a definição
sempre fui daquelas pessoas que defende que tudo se consegue definir/criticar tranquilamente recorrendo ao humor e ontem tive mais uma prova disso. estava mais uma vez a limpar a minha caixa de correio quando dei de caras com uma definição brilhante para política... o autor, esse génio, devia ser premiado! :)
UM pai.
UM miúdo de 11 anos.
UM trabalho escolar.
- Pai, preciso fazer um trabalho para a escola! Posso fazer-te uma pergunta?
- Claro, meu filho, qual é a pergunta?
- O que é a política, pai?
- Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder económico; Classe trabalhadora; Futuro do país...
- Não entendi nada. Dá para explicares melhor?
-Bem, vou usar a nossa casa como exemplo: Sou eu quem traz dinheiro para casa: então eu sou o poder económico. A tua mãe administra, gasta o dinheiro: então ela é o governo. Como nós cuidamos das tuas necessidades, tu és o povo. O teu irmãozinho é o Futuro do país e a Zefinha, a nossa criada, é a classe trabalhadora. Entendeste, filho?
– Mais ou menos, pai. Vou pensar.
Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino, foi ver o que havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e viu que a mãe estava num sono muito profundo. Foi ao quarto da criada e viu, através da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem ouviram o menino a bater à porta, ele voltou para o quarto e adormeceu. Na manhã seguinte, à hora do café, o miúdo falou com o pai:
- Pai, agora acho que entendi o que é a política.
- Óptimo filho! Então explica–me com palavras tuas.
- Bom, pai, acho que é assim: enquanto o poder económico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente... o povo? é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!
"Sempre que alguém afirma que dois e dois são quatro e um ignorante lhe responde que dois e dois são seis, surge um terceiro que, em prol da moderação e do diálogo, acaba por concluir que dois e dois são cinco..." (José Prat)
UM pai.
UM miúdo de 11 anos.
UM trabalho escolar.
- Pai, preciso fazer um trabalho para a escola! Posso fazer-te uma pergunta?
- Claro, meu filho, qual é a pergunta?
- O que é a política, pai?
- Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder económico; Classe trabalhadora; Futuro do país...
- Não entendi nada. Dá para explicares melhor?
-Bem, vou usar a nossa casa como exemplo: Sou eu quem traz dinheiro para casa: então eu sou o poder económico. A tua mãe administra, gasta o dinheiro: então ela é o governo. Como nós cuidamos das tuas necessidades, tu és o povo. O teu irmãozinho é o Futuro do país e a Zefinha, a nossa criada, é a classe trabalhadora. Entendeste, filho?
– Mais ou menos, pai. Vou pensar.
Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino, foi ver o que havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e viu que a mãe estava num sono muito profundo. Foi ao quarto da criada e viu, através da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem ouviram o menino a bater à porta, ele voltou para o quarto e adormeceu. Na manhã seguinte, à hora do café, o miúdo falou com o pai:
- Pai, agora acho que entendi o que é a política.
- Óptimo filho! Então explica–me com palavras tuas.
- Bom, pai, acho que é assim: enquanto o poder económico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente... o povo? é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!
"Sempre que alguém afirma que dois e dois são quatro e um ignorante lhe responde que dois e dois são seis, surge um terceiro que, em prol da moderação e do diálogo, acaba por concluir que dois e dois são cinco..." (José Prat)
domingo, abril 20, 2008
intemporal...
Estamos perdidos há muito tempo...
O país perdeu a inteligência e a consciência moral.
Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada.
Os caracteres corrompidos.
A prática da vida tem por única direcção a conveniência.
Não há princípio que não seja desmentido.
Não há instituição que não seja escarnecida.
Ninguém se respeita.
Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.
Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.
Alguns agiotas felizes exploram.
A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.
O povo está na miséria.
Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.
O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.
A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.
Diz-se por toda a parte, o país está perdido! Algum opositor do actual governo? Não!
Eça de Queirós escreveu isto em 1871!!? foi sem sobra de dúvida um grande poeta, agora imaginem se por obra do acaso ele tivesse sido adivinho!
O país perdeu a inteligência e a consciência moral.
Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada.
Os caracteres corrompidos.
A prática da vida tem por única direcção a conveniência.
Não há princípio que não seja desmentido.
Não há instituição que não seja escarnecida.
Ninguém se respeita.
Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.
Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.
Alguns agiotas felizes exploram.
A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.
O povo está na miséria.
Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.
O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.
A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.
Diz-se por toda a parte, o país está perdido! Algum opositor do actual governo? Não!
Eça de Queirós escreveu isto em 1871!!? foi sem sobra de dúvida um grande poeta, agora imaginem se por obra do acaso ele tivesse sido adivinho!
segunda-feira, abril 07, 2008
asae e as terríveis máquinas de chocolate
parece anedota mas infelizmente é verdade! a organização do momento neste país chama-se asae... o alvo do dia são as máquinas de chocolates para crianças! sim, sim... as máquinas de chocolates para crianças, aquelas máquinas que dão um chocolate surpresa a troco de uma moeda. aparentemente no entendimento da asae estas máquinas do demónio "são um jogo de azar"... e pior, os desgraçados dos proprietários estão sujeitos a um processo crime por causa desta palhaçada.
um jogo de azar?! um jogo de azar!? lol! mais uma para a caderneta de 2008, o ano ainda vai no início e já começa a ser difícil escolher o top 100... parece anedota mas infelizmente é verdade!
uma organização com este protagonismo, com tamanha publicidade (quem é que não conhece a asae?) e cérebros tão geniais (basta ver esta história das máquinas de chocolate) ... é de apostar não acham? onde é que compro acções? quero investir na asae porque parece-me que é uma autêntica fábrica de dinheiro ... ou será de distracções? andará a asae a distrair o povinho?
"Nos momentos de crise, só a inspiração é mais importante que o conhecimento." (Albert Einstein)
um jogo de azar?! um jogo de azar!? lol! mais uma para a caderneta de 2008, o ano ainda vai no início e já começa a ser difícil escolher o top 100... parece anedota mas infelizmente é verdade!
uma organização com este protagonismo, com tamanha publicidade (quem é que não conhece a asae?) e cérebros tão geniais (basta ver esta história das máquinas de chocolate) ... é de apostar não acham? onde é que compro acções? quero investir na asae porque parece-me que é uma autêntica fábrica de dinheiro ... ou será de distracções? andará a asae a distrair o povinho?
"Nos momentos de crise, só a inspiração é mais importante que o conhecimento." (Albert Einstein)
sábado, fevereiro 02, 2008
mais broncas com o zézé sócrates
segundo o público zézé sócrates acumulou subsídio de exclusividade como deputado com funções privadas!
verdade? muito provavelmente. surpresa? nem por isso... dá uma vista de olhos na notícia completa aqui.
verdade? muito provavelmente. surpresa? nem por isso... dá uma vista de olhos na notícia completa aqui.
domingo, dezembro 23, 2007
nova lei do tabaco
antes de mais devo dizer que sou não fumador e como tal não posso deixar de estar contente com a nova lei e esperançado em relação à sua aplicaçao...finalmente vou deixar de ser penalizado pela minha opção (saudável) de dizer não ao tabaco.
estava eu a ler o JN este domingo quando deparo com um artigo de opinião (na secção Pontos de Vista) de um jornalista da nossa praça. confesso que o artigo me deixou perplexo pelo seu conteúdo e pela forma hábil e hipócrita com que foi redigido.
"Este texto mais do que uma crítica à lei que entra em vigor a 1 de Janeiro é um apelo à desobediência civil contra esta ditadura que nos quer fazer a todos iguais e que não tolera a diferença. Estes taliban de batas brancas e do politicamente correcto são tão insuportáveis e perigosos como os outros, os das madrassas do fundamentalismo religioso. Estão é mais perto, o que é desagradável.
Fumar faz mal à saúde. Todos o sabemos, fumadores e não-fumadores. Inalar o fumo dos outros faz mal à saúde, não tão mal como os taliban gostam de dizer, mas, ainda assim, faz mal. É razoável, por isso, que se faça leis que restrinjam o fumo, em especial em locais frequentados por crianças, idosos, doentes, etc. É das regras da boa educação não fumar nesses locais com fumo ou sem fumo. Isso é uma opção de cada um de nós, fumadores ou não-fumadores, como é uma opção comer desalmadamente até à obesidade, consumir álcool até à bebedeira, etc, etc. (...)"
in Jornal de Notícias
23/12/2007
em primeiro lugar penso que o uso da palavra taliban é completamente despropositado, mas nem vou tanto por aí...
em segundo lugar a introdução do argumento da educação é bastante iteligente e hábil, isso tenho que dar de barato ao ilustre autor. antes de mais, concordo plenamente com o argumento, não deveria ser preciso mais do que a educação. no entanto, é caso para dizer que o argumento da educação é válido em qualquer outro contexto! não deveria ser preciso mais do que a educação para todos pagarmos os nossos impostos, para não roubarmos, para não matarmos, etc, etc, etc. mas na prática todos sabemos que isso não é bem assim, logo tenho que mais uma vez felicitar a "ingénua" habilidade com que se usa a educação neste contexto. sou capaz, com muito boa vontade, de acreditar que o ilustre jornalista não fuma à mesa num restaurante porque a educação assim o manda, mas na realidade todos sabemos que isso constitui uma excepção e não uma regra!
a verdade é que eu, no papel de não-fumador, sem a lei tenho que levar com o fumo de todos aqueles que decidem puxar do cigarrinho!
em terceiro lugar a comparação feita com o álcool e a obesidade tem tanto de rídicula como de inválida. que eu saiba nunca ninguém apanhou cirrose por ser um simples frequentador da tasca do Manuel da esquina, uma tasca frequentada por amigos do garrafão que bebem de manhã à noite! mas volto a reconhecer que a utilização do argumento é hábil, lá isso é...
a verdade é que sem a lei eu, como não-fumador, iria continuar a ser tratado como excepção, iria continuar a ingerir o fumo dos outros num contexto de pura socialização e iria continuar a ingerir o fumo dos outros porque pura e simplesmente eles têm o direito de fumar. concordo que quem quer fumar tem direito a faze-lo, mas que o faça sem prejudicar ninguém... no limite, que eu saiba, o meu direito de não fumar não provoca cancro a ninguém, seja ele fumador ou não-fumador.
ao ilustre jornalista, só tenho a dizer que daria muito mais utilidade ao espaço que lhe é destinado se explorasse o porquê das coimas relacionadas com a nova lei do tabaco não terem como destino a prevenção e tratamento do tabagismo...
estava eu a ler o JN este domingo quando deparo com um artigo de opinião (na secção Pontos de Vista) de um jornalista da nossa praça. confesso que o artigo me deixou perplexo pelo seu conteúdo e pela forma hábil e hipócrita com que foi redigido.
"Este texto mais do que uma crítica à lei que entra em vigor a 1 de Janeiro é um apelo à desobediência civil contra esta ditadura que nos quer fazer a todos iguais e que não tolera a diferença. Estes taliban de batas brancas e do politicamente correcto são tão insuportáveis e perigosos como os outros, os das madrassas do fundamentalismo religioso. Estão é mais perto, o que é desagradável.
Fumar faz mal à saúde. Todos o sabemos, fumadores e não-fumadores. Inalar o fumo dos outros faz mal à saúde, não tão mal como os taliban gostam de dizer, mas, ainda assim, faz mal. É razoável, por isso, que se faça leis que restrinjam o fumo, em especial em locais frequentados por crianças, idosos, doentes, etc. É das regras da boa educação não fumar nesses locais com fumo ou sem fumo. Isso é uma opção de cada um de nós, fumadores ou não-fumadores, como é uma opção comer desalmadamente até à obesidade, consumir álcool até à bebedeira, etc, etc. (...)"
in Jornal de Notícias
23/12/2007
em primeiro lugar penso que o uso da palavra taliban é completamente despropositado, mas nem vou tanto por aí...
em segundo lugar a introdução do argumento da educação é bastante iteligente e hábil, isso tenho que dar de barato ao ilustre autor. antes de mais, concordo plenamente com o argumento, não deveria ser preciso mais do que a educação. no entanto, é caso para dizer que o argumento da educação é válido em qualquer outro contexto! não deveria ser preciso mais do que a educação para todos pagarmos os nossos impostos, para não roubarmos, para não matarmos, etc, etc, etc. mas na prática todos sabemos que isso não é bem assim, logo tenho que mais uma vez felicitar a "ingénua" habilidade com que se usa a educação neste contexto. sou capaz, com muito boa vontade, de acreditar que o ilustre jornalista não fuma à mesa num restaurante porque a educação assim o manda, mas na realidade todos sabemos que isso constitui uma excepção e não uma regra!
a verdade é que eu, no papel de não-fumador, sem a lei tenho que levar com o fumo de todos aqueles que decidem puxar do cigarrinho!
em terceiro lugar a comparação feita com o álcool e a obesidade tem tanto de rídicula como de inválida. que eu saiba nunca ninguém apanhou cirrose por ser um simples frequentador da tasca do Manuel da esquina, uma tasca frequentada por amigos do garrafão que bebem de manhã à noite! mas volto a reconhecer que a utilização do argumento é hábil, lá isso é...
a verdade é que sem a lei eu, como não-fumador, iria continuar a ser tratado como excepção, iria continuar a ingerir o fumo dos outros num contexto de pura socialização e iria continuar a ingerir o fumo dos outros porque pura e simplesmente eles têm o direito de fumar. concordo que quem quer fumar tem direito a faze-lo, mas que o faça sem prejudicar ninguém... no limite, que eu saiba, o meu direito de não fumar não provoca cancro a ninguém, seja ele fumador ou não-fumador.
ao ilustre jornalista, só tenho a dizer que daria muito mais utilidade ao espaço que lhe é destinado se explorasse o porquê das coimas relacionadas com a nova lei do tabaco não terem como destino a prevenção e tratamento do tabagismo...
Subscrever:
Mensagens (Atom)